Vai de cana e desencana

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Acordei com a ameaça do presidente da Associação Brasileira do Agronegócio. Ele me disse pelo rádio que o “stress” hídrico enfrentado pelas grandes plantações pode gerar novos reajustes (aumentos). Ele esqueceu de se lembrar que, justamente, estas monoculturas vem sendo responsáveis pelos assoreamentos dos rios e nascentes por todas as partes do país. No caso paulista desde a década de 1920 com a cana de açúcar. Aliás, bateu um banzo das fugidas de casa para nadar nos riachos, córregos e rios que não os constituo mais, nem em lembrança.

Aliado a estas praticas podemos agregar os resultados dos conhecimentos produzidos em nossas catedrais dos saberes que preferiram a comodidade de reproduzir esquemas e estratégias rasas de gestações e gerenciamentos. Não quiseram conversar quando lá no começo dos anos de 1990 a assim chamada globalização, com suas transnacionalidades, apontavam que este papo de Estado Nacional era uma prosa passada. E a entrevista de Paulo Arantes, ontem, sobre as desimportâncias dos governos reforça estas cartelas. Quiadro: ouço na TV a verborragia profilática do pato diarreico que, simplesmente, governa o maior estado (isso mesmo, minúsculo) brasileiro.

Sim. O Haiti é aqui. Não apreendemos nada com o desenvolvimento da cana de açúcar e as consequências imediatas lá. Preferimos a crença nas nuvens.

Bem, fico inconformado ao lembrar que para manter um namorico sai na metade de Mad Max 2. A moça dias depois voltou pro ex e perdi a oportunidade de ver na telona do Cine Veneza o grande Max, com seu potente Ford Falcon V8 envenenado, percorrer as estradas indiferente aos perigos em um planeta desertificado e sem lei. Cacildis!!!!IMG_0001

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