A VELHA ONDA DO RÁDIO

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Ligamos o rádio no carro ou na net temos as mesmas noticias, uma programação musical única e, claro, os comentários de sempre. A voz dos donos e patrões, repetidas por uma pratica jornalista servil sob o manto dos grupos financeiros e empresariais. Ou seja, não deveria, mas, nos acostumamos ou passamos uma infinidade em busca de informação que ameace a possibilidade de um debate critico.

Com a chegada dos chamados governos populares na América Latina, no inicio do seculo, veio a perspectiva de alguma mudança. Parcas tentativas aqui, acolá e continuamos nas mesmas. Vem alguém e nos intima: onde posso encontrar uma visão diferente daquela que, diariamente, nos enfiam goela abaixo nas TVs, rádios e net?

Pois é, amiga, não conheço. E não estamos nem pensando em revolução, só queria outra informação e ideia que não saísse das caixinhas viciadas do mainstream global. Algo que possa nos colocar em duvidas perante este universo encastelado em certezas.

Paracatuzum surgiu e se manteve por trezentas e doze incansáveis semanas pela pauta atrevida de botar no ar gente sem grandes certezas. Não encerrava ensinamentos prontos, nem pregava saberes. Acabou. Como inúmeras outras investidas apoiadas, exclusivamente, na participação direta. Pois, ao capital só a verdade absoluta prevalece.

Dado este cenário global tosco em que estamos enfiados, mais uma vez, a necessidade volta a se colocar na pauta. Não somos proprietários dos meios de produção. No entanto, a constituição de uma comunicação alternativa urge. O que fazer?  

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